sexta-feira, 6 de abril de 2012

Páscoa

Tenho família mas quase não parece! Estou em casa sozinho, a ver filmes de matiné, ligou-me um amigo para ir beber um café ao shopping, já está farto de estar com a dele... engraçado.
Estou de fato de treino, com um cinzeiro ao lado, sentado no sofá com a barba por desfazer. Ainda não almocei e tenho um gosto estranho na boca.
È Pascoa.. Aleluia Aleluia!!... Boas Festas.

5 comentários:

Dicionário do não sei disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

Estava a navegar pela net à procura de uma frase ("Quem se contenta com a sorte é feliz até á morte") e vim parar ao seu blog.
Gostei de ler a forma corajosa e espontânea de como exterioriza e consegue escrever sobre os sentimentos e pensamentos que sente.
:)

LaycusUrbanus disse...

Obrigado. É um prazer escrever para quem nos lê. Até à proxima.

Dicionário do não sei disse...

"Se ocasionalmente nos ocupássemos em nos exa­minar, e o tempo que gastamos para controlar os outros e para saber das coisas que estão fora de nós o empregás­semos em nos sondar a nós mesmos, facilmente sentiríamos o quanto toda essa nosso composto é feito de peças frágeis e falhas. Acaso não é uma prova singular de imperfeição não conseguirmos assentar o nosso contentamento em coi­sa alguma, e que, mesmo por desejo e imaginação, esteja fora do nosso poder escolher o que nos é necessário? Dis­so dá bom testemunho a grande discussão que sempre houve entre os filósofos para descobrir qual é o soberano bem do homem, a qual ainda perdura e perdurará eterna­mente, sem solução e sem acordo: Enquanto nos escapa, o objecto do nosso desejo sempre nos parece preferível a qualquer outra coisa; vindo a desfrutá-lo, um outro desejo nasce em nós, e a nossa sede é sempre a mesma. (Lucrécio).

Relacionada com a frase acima referida..."Quem se contenta com a sorte é feliz até á morte".

Se por um lado aceitamos a nossa sorte, colocamos de lado a certa ansiedade e desassossego que não nos deixam ter uma vida monótona.
Ao mesmo tempo, se perdemos a dita ansiedade, desaparece-nos a motivação.
A vida não é uma constante…

LaycusUrbanus disse...

É mesmo inconstante. É viver.