segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Praxes Académicas

Muito se tem falado nas praxes académicas por diversos motivos mas continua a haver um que para mim encerra todos os outros de um modo definitivo.
As praxes simbolizam o quê afinal? Qual o intuito delas? Qual o interesse por detrás disto tudo?
Se formos pesquisar um pouco sobre as praxes académicas apercebemo-nos que o que motivou a sua existência nunca foi uma ou várias causas inocentes, mas sim do foro político e social sem uma ligação directa ao estudante-caloiro à entrada..
Ouvimos na televisão, quando aquilo dá merda, os jornalistas a perguntarem a um qualquer da comissão de praxe ou associação académica; Qual o objectivo das praxes na vossa faculdade?
Ao que respondem: O objectivo das praxes é ajudar o aluno a integrar-se na faculdade, a conhecer os restantes, a conhecer a história da faculdade, a ser ajudado na progressão dos estudos, a saber aonde fica a reprografia...
A sério?!
Vamos acreditar que isto tudo é verdade e o que motiva as praxes é isto mesmo? Porque se assim é, não estamos a formar pessoas para viver em sociedade mas sim Gandhis e Madres Teresas de Calcutá e o futuro será sem sombra de dúvida muito melhor.
Não me lembro, porventura posso me estar a esquecer, o que foi da minha ou nossa vida quatro anos antes ou depois de ter estado na faculdade... mas de certeza que não foi fácil, nem sem como sobrevivemos...
NOTA: A todos os merdas que nunca se safaram por eles e precisaram de se esconder atrás das praxes em forma de "veteranos" de uma guerra vencida, ou como "empresários" das próprias associações de estudantes, aqui vai: Metam as praxes no cú e não tussam.
Aos gajos: Conversa do bandido praxista não conta otários! Façam-se homens e tentem as ninas em nome próprio.
Às gajas: É fodido quando entra uma caloira bem gata né!? Há que humilha-la e mostrar às gajas e principalmente aos gajos quem manda, "Bitch".
A todos aqueles que se divertem sem maldade como muitos primos meus, muitos amigos meus e muitos outros... um pedido de desculpa sincero.
É o que eu vejo.








domingo, 17 de novembro de 2013

Ruptura

Vivo dias estranhos...
Penso na palavra hipocrísia... na sua geometria, na sua configuração, na semântica e mais, na fonética e, continuo intrigado com a sua representação.
Continuará a representar o mesmo, hoje em dia, que representava antes? Ou a era da informação e desinformação veio a mudar isso? Não sei. Mas sinto que já não representa simplesmente nada.
A palavra hipocrísia poderia muito bem representar ou ser ou sinónimo de amo-te!
Nada chocado. Até penso ser uma metamorfose bastante aceitável nestes dias.
Já nada importa, muito menos representações simbólicas de sinceridade, honestidade e integridade, porque... epá... eu amo-te.
Conseguimos simplesmente mudar o significado de uma palavra através de um comportamento hipócrita continuado. Chega a ser fascinante se não fosse tão grave e tão merdoso pois ilustra toda uma sociedade de uma ponta à outra sem deixar ninguém de fora.
Portanto, eu amo-te!
Não sei quando trabalho, para quem trabalho porque, também não me chamo trabalhador, chamo-me colaborador logo, vou colaborar mas também não sei com quem, nem porquê e, com que propósito.
Vivo com alguém mas se a amo... sou hipócrita. Verdadeiramente ninguém ama.
Então sou o quê?!?!







See you later, Aligater.

domingo, 27 de outubro de 2013

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Mãe

Poderiam ser 2 palavras como 20 ou 2000. Seriam as mesmas, sentidas da mesma maneira, contudo, serão meia dúzia e mais umas quantas.

Hoje não é diferente de ontem, pois está calor e o dia começou cedo.

Quando me levanto de manhã e vejo a Rosalina contente por “ir à mãe” lembro-me com naturalidade, eu também sou filho e também tenho uma que nunca e, em momento algum, me deixou esquecer isso.

É dia da Mãe.

Tenho 5 rosas para ti. Tenho 5 motivos para ti.

Primeiro: amo-te; segundo: Amo-te; terceiro: Amo-te; quarto: Amo-te; quinto: Porque sim.

Não consigo criar nem recriar momentos, porque o que eu sinto por ti nunca mudou nem nunca parou, foi sempre igual.

 

 

 

Sempre eu,

terça-feira, 30 de abril de 2013

O Teu Beijinho

Amor, ali estou eu a ver-te. Cheguei e tu viste-me logo. A idade permite-te isso. Os teus sentidos são os meus, os teus sentimentos são meus, mesmo assim tu viste-me e eu sorri para ti.
Sorrio sempre para ti. Passaram 6 anos e eu sorri sempre para ti. O Beijinho que o papá te deu hoje deixou-te envergonhada perante os teus amiguinhos mas, o meu coração achou que tu gostaste e que precisavas.
Esperei pacientemente 40 minutos que tomasses banho, e ali estava o pai a sorrir para ti para te dar o teu Beijinho.
O meu Beijinho há-de ser sempre teu.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

DURO

Diclofenac. Nolotil. Gabapentina, caso eu pensasse que tinha sem ter e, outras merdas mais. Nada. Nada alivia a dor no esqueleto que começa a ser minha também. Eu quero ignorar as mazelas mas, elas estão lá. Irónico.. as do coração começam a ser reabsorvidas com o pleno da vida, agora, estas que eu sempre pensei aguentar e superar, começam a impor-se como uma sombra, um veneno, que me percorre o corpo e me puxa para trás.
Hoje, à hora a que escrevo, um banho e um nolotil, confundem o suplício do estrago e, conferem ao corpo um estado de relativo bem-estar. Tem prazo. Tem sempre. Parece-me que o médico que nada sabe irá ser a próxima pessoa a quem irei recorrer na esperança de um tratamento milagroso, mas não me parece. Então, adio o aborrecimento de me expôr ao iluminado.
No entanto, amanhã jogo a final de um torneio de futebol, nada demais, mas não quero perder.
As pernas parecem um mapa lunar onde partes negras mostram extintos lagos de sangue provocados por pancadas fortes.. a bacia, a bacia tá igual à de um labrador com displasia da anca, não tem ponta por onde se pegue. Assim sorrio, com o estado miserável em que o meu corpo se encontra. Mesmo assim.
Amanhã é para ganhar.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Podia imaginar que eras tu... mas agora pouco importa.
Até podes ler o que eu escrevo. É para ti alguns textos. Mas também agora, pouco importa, porque este é mesmo para ti.
Tu, esquilrra, não serias mais que a soma de um nada, multiplicado num tudo que daria um infinito vazio, mesmo assim, dedico-te estas palavras à data que tu as leres.
Olha para a merda que fazes.
Vê as repercursões disso lá à frente porque quem vai sofrer... vais mesmo ser tu.
Ninguém compra os sentimentos, ninguém ganha a admiração e o respeito dos outros com truques e esquemas porque, é uma questão de tempo para o invés.
Tu não nasceste com aquele brilho de alguns, humildade, seriedade, honestidade ou mesmo bondade. Isso ficou nos cães e nos gatos.
- Olha!! A inveja que te enche o coração nem sempre estará lá para alimentar o ódio que te preenche. Já pensaste quando não tiveres nada nem ninguém para chateares ou para te virares?! Pode ser que nessa altura aquilo que é realmente importante para ti e, tu sabes bem, também já não te ame da mesma maneira.
Ódio não alimenta amor.. e ya, também não andam de mãos dadas, caso penses que sim.
Vive com menos: Ódio. Inveja. Cobiça. Rancor. Azedume. E pode ser, pode ser, que nem tudo esteja estragado na tua vida infeliz.
Olhar para ti.. é não ver nada, não reconhecer nada. É simplesmente triste. Porque o és.
Não guardo mal, porque quero o bem à minha volta.
 
O MEU BRILHO...


P.S: Estamos bem. Relaxa.




See you later, aligater.