terça-feira, 16 de abril de 2013

Podia imaginar que eras tu... mas agora pouco importa.
Até podes ler o que eu escrevo. É para ti alguns textos. Mas também agora, pouco importa, porque este é mesmo para ti.
Tu, esquilrra, não serias mais que a soma de um nada, multiplicado num tudo que daria um infinito vazio, mesmo assim, dedico-te estas palavras à data que tu as leres.
Olha para a merda que fazes.
Vê as repercursões disso lá à frente porque quem vai sofrer... vais mesmo ser tu.
Ninguém compra os sentimentos, ninguém ganha a admiração e o respeito dos outros com truques e esquemas porque, é uma questão de tempo para o invés.
Tu não nasceste com aquele brilho de alguns, humildade, seriedade, honestidade ou mesmo bondade. Isso ficou nos cães e nos gatos.
- Olha!! A inveja que te enche o coração nem sempre estará lá para alimentar o ódio que te preenche. Já pensaste quando não tiveres nada nem ninguém para chateares ou para te virares?! Pode ser que nessa altura aquilo que é realmente importante para ti e, tu sabes bem, também já não te ame da mesma maneira.
Ódio não alimenta amor.. e ya, também não andam de mãos dadas, caso penses que sim.
Vive com menos: Ódio. Inveja. Cobiça. Rancor. Azedume. E pode ser, pode ser, que nem tudo esteja estragado na tua vida infeliz.
Olhar para ti.. é não ver nada, não reconhecer nada. É simplesmente triste. Porque o és.
Não guardo mal, porque quero o bem à minha volta.
 
O MEU BRILHO...


P.S: Estamos bem. Relaxa.




See you later, aligater.

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