Vivo dias estranhos...
Penso na palavra hipocrísia... na sua geometria, na sua configuração, na semântica e mais, na fonética e, continuo intrigado com a sua representação.
Continuará a representar o mesmo, hoje em dia, que representava antes? Ou a era da informação e desinformação veio a mudar isso? Não sei. Mas sinto que já não representa simplesmente nada.
A palavra hipocrísia poderia muito bem representar ou ser ou sinónimo de amo-te!
Nada chocado. Até penso ser uma metamorfose bastante aceitável nestes dias.
Já nada importa, muito menos representações simbólicas de sinceridade, honestidade e integridade, porque... epá... eu amo-te.
Conseguimos simplesmente mudar o significado de uma palavra através de um comportamento hipócrita continuado. Chega a ser fascinante se não fosse tão grave e tão merdoso pois ilustra toda uma sociedade de uma ponta à outra sem deixar ninguém de fora.
Portanto, eu amo-te!
Não sei quando trabalho, para quem trabalho porque, também não me chamo trabalhador, chamo-me colaborador logo, vou colaborar mas também não sei com quem, nem porquê e, com que propósito.
Vivo com alguém mas se a amo... sou hipócrita. Verdadeiramente ninguém ama.
Então sou o quê?!?!
See you later, Aligater.
domingo, 17 de novembro de 2013
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