segunda-feira, 2 de abril de 2012

Hoje

Ao fim de um ano e tal e, alguns dias, lembrei-me. Lembrei-me poderá não ser a palavra mais adequada, ainda para mais, quando a vontade de escrever é grande e te invade sob a forma de impulsos. Fiquei curioso sobre aquilo que já tinha escrito e com vontade de reler. Consigo sentir, ver, analisar todo o meu estado simplesmente pela maneira como escrevi, como pontuei, ou quis pontuar. Como falei de determinado assunto naquele momento.
Sinto que viajo, não dentro do meu pensamento mas ao lado dele. Estou simplesmente lá. Ao lado. A ver-me escrever. A ver-me sentir. A ver-me!
Hoje sinto-me amorfo, pesado, asténico, tranquilo mas incomodado, sem muito para fazer mas com o peso do mundo, sinto-me esquisito!
Procurei ver o que sentia à pouco tempo atrás, estranho... sentia com mais responsabilidade e sofrimento, mas sentia melhor. Hoje sinto-me à parte, alheado de tudo, se calhar não me sinto!
Passando à frente e, escrevendo para os meus seguidores Norte-Americanos, principalmente, para quem eu tenho uma grande responsabilidade de cumprir e, escrever com alguma assiduídade, fica aqui o desejo que vão lendo o que esta pessoa vai escrevendo pois, vem directo daquela parte de nós que ninguém domina e onde reina a desordem, a confusão e a verdade.
See you later, Aligater.

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