quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Noutras alturas, a esta hora, teria um cinzeiro cheio, ainda não teria almoçado, a barba estaria por desfazer, o caralho melado da noite anterior, a noite anterior esquecida na almofada e, o meu corpo caído num sofá de merda com um sabor estranho na boca.
Mas, hoje, nada corresponde a esse quadro esquisito.
Hoje... sinto-me bem.

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