terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A ler os meus textos fico sempre com a sensação que melhor não irei voltar a fazer, como ideias faltassem. Estranho. O mundo é o meu estúdio, os meus olhos a janela e o resto não sei.
Li textos recentes e senti raiva neles, frustração, ansiedade e outros sentimentos ou emoções que me fazem bater o coração depressa. Hoje... sinto-me igual! Verdade. Estranho a, mundança de vida, não apaziguar o meu espírito. A verdade é que, não o fez. Parece-me que eu quero para os outros o mesmo que eles querem para mim. Ver a humilhação, a derrota, a vergolha. Vingança. Eu quero-me vingar, mas quero tanto... que nem me concentro naquilo que realmente importa, a minha vida. E assim vou vivendo e, assim se vão passando os meses e, depois os anos, como se vê nas tragédias do nosso Portugal interior, banhadas a sangue com base em partilhas, mal-entendidos e outras merdas, na TVI ás 20:00. E, é isso. Vivo uma merda parecida, que bem analisada... puta que a pariu, não vale um cabelo branco do olho do cú.
Sabes que mais... ganhaste tu!
Até amanhã.

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