quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

"Quem se contenta com a sorte é feliz até á morte"

até ao limite. e depois? está mal escrito? que s foda. nao tem acentuos? mas percebe-se. tudo tem um limite até a paciencia. a vontade. a criatividade. tudo. quando esse limite se ultrapassa um mundo aparece. um mundo novo sem limites onde tudo se faz para alem do limite. diferente, doutra maneira, diferente. atingi um limite e ultrapassei-o vou fazer de outra maneira. nao a minha. outra maneira, a maneira como se faz no mundo sem limites. viver, nao sobreviver, viver. é um direito á nascença, para alguns, já nem sei o que isso quer dizer e como se faz. tento, tento e tento. porque é q sinto que apenas sobrevivo? estranha nuvem esta que me sombreia constantemente. sou depressivo, obsessivo, parvo, infantil, ou o quê? se os outros conseguem porque é que eu nao? será que nao me contento? quero mais, quero muito mais? o que tenho nao me chega? nao terei já bastante? infinitamente bastante. serei um predestinado solitário que vive mesmo de solidão? será que é isso que eu quero? mas se é porque é que nao me sinto bem nesta pele? vou continuar a procurar até quando? para quê? será que eu já nao sei o que me espera? então vou procurar o quê? novo? há? aonde? descansar, relaxar e soborear o bom. ontem fartei-me. passam 21 minutos do dia anterior e o novo dia já trabalha. vamos ver.




See you later, Aligater.

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